A liberdade é a única coisa que um ser que respira deve ostentar. No dia 30 de Março de 1977, reconquistei essa liberdade quando finalmente o avião da TAP atravessou a linha do equador. ´Como se pode ver na imagem, nesse tempo já o mundo estava às avessas.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Mais um Amigo na posse do Angola Ixi Ietu. Neste caso o Grande Atleta Joaquim Faneca, com quem ainda partilhei algumas corridas. A medalha do lado esquerdo, em que foi Campeão Nacional do Pentatlo em 1997 na categoria M-60, ofereceu-ma como uma prova de amizade.A do lado direito conquistou-a o mês passado em Coimbra, no campeonato de veteranos em que foi 1º Classificado no salto em comprimento aos 83 anos de idade.
Um exemplo a seguir. Parabéns, longa vida e cá continuamos à espera de ver o Joaquim Faneca conquistar muitas mais medalhas.
sábado, 20 de agosto de 2016
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Angola Ixi Ietu
Mais um livro oferecido com grande prazer a mais um amigo, o Fernandes, Tap nº 6421.
Com a particularidade de ter sido fotografado "debaixo" do B-747 da TAP, um avião que deixou saudades por vários motivos, entre os quais pelos novos destinos que nos proporcionou conhecer.
Eram dois, e foram baptizados com o nome de países irmãos:
«Portugal» e «Brasil». Ainda nesse mesmo ano (1972) houve a cerimónia da Bênção na
presença do Presidente da República, Almirante Américo Thomaz, do Presidente do
Conselho de Ministros, Prof. Dr. Marcelo Caetano, do Cardeal Patriarca de
Lisboa, D. António Ribeiro e do Cardeal D. Manuel Gonçalves Cerejeira.
Obrigado ÉDER
Recordar é viver
Sou fã do Éder desde o tempo em que jogava na Académica. Quando entrou
tive uma Fé enorme em que ele iria
marcar golo e que Portugal seria Campeão europeu.
Assim aconteceu!
Um golo monumental, de técnica, de força e de visão de jogo.
Éder merece aquele momento mágico e nós também.
O número 9 na camisola do Éder, com a qual venceu a França, trouxe-me à
memória o Soccer 2006 que disputamos no Brasil, particularmente quando a TAP
Portugal venceu a Air France, tendo eu jogado também, por coincidência, com a
camisola 9.
Agora, os dois jogos ficarão associados na minha memória.
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Haja paciência com tanta falta de civismo
Terça-feira o CM9 estreou o seu novo equipamento futebolístico,
com motivos africanos.
Marquei dois golos,
uma bola ao poste, um chapéu ligeiramente por cima da barra e um desvio com o
calcanhar defendido pelo guarda-redes. O esforço foi grande e saí lesionado.
Já repararam que o
CR7, embora mais de 30 anos mais novo, também saiu lesionado, mas sem marcar
qualquer golo?
Não fosse outro
africano (com luva branca), o Éder, provavelmente o Euro 2016 teria terminado com
uma “victoire française”!
CR7 foi recuperar para Ibiza no seu iate. CM9 após 24 horas
a fazer gelo, encetou hoje mesmo uma recuperação activa com a sua querida bike.
Mas como podem ver nas
imagens, numa ciclovia com cerca de 20 km, a cada 100 metros há sempre um gajo
e uma gaja fora do sítio!!!!
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Desporto e Cultura
Mais um amigo vai ler o Angola Ixi Ietu. Que a satisfação ao
recebê-lo, seja maior quando acabar de o ler.
Na dedicatória consta.
Para o
amigo
Jorge Rodrigues
Companheiro na Megasis e na equipa de futebol da TAP, que disputou o Soccer 2006 em Fortaleza, no
Brasil.
Uma
recordação do
Carlos Monteiro
Lisboa 2/8/2016
A boa recepção que o
livro está a ter, mais dia menos dia, vai obrigar-me a “pendurar as chuteiras”,
ainda que temporariamente, para ter disponibilidade para contar outras estórias.
terça-feira, 26 de julho de 2016
Estádio do Inatel
Aqui ficam as flores que a minha neta e o meu neto, num domingo
de Abril colheram com um alegria contagiante no Estádio Primeiro de Maio, em
Lisboa, para as oferecer ao avô.
E, antes que o que reste de mim, sejam apenas umas
fotografias com os meus netos nos iPad, que mentes perversas apressadamente as
eliminem, neste dia 26 de Julho de 2016, dia dos Avós, num dos dias mais
tristes da minha vida, quero deixar aqui o testemunho de que a afeição pelos
meus netos foi a última etapa dos amores mais doces que tive na minha vida.
Vou recordar até ao
meu último dia a alegria estampada nas suas carinhas quando brincavam connosco e
o choro premonitório deles quando nos despedimos, há apenas dez dias.
A partir de agora
nada voltará a ser como dantes.
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