Aqui ficam as flores que a minha neta e o meu neto, num domingo
de Abril colheram com um alegria contagiante no Estádio Primeiro de Maio, em
Lisboa, para as oferecer ao avô.
E, antes que o que reste de mim, sejam apenas umas
fotografias com os meus netos nos iPad, que mentes perversas apressadamente as
eliminem, neste dia 26 de Julho de 2016, dia dos Avós, num dos dias mais
tristes da minha vida, quero deixar aqui o testemunho de que a afeição pelos
meus netos foi a última etapa dos amores mais doces que tive na minha vida.
Vou recordar até ao
meu último dia a alegria estampada nas suas carinhas quando brincavam connosco e
o choro premonitório deles quando nos despedimos, há apenas dez dias.
A partir de agora
nada voltará a ser como dantes.
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